Pensei caminhar em suas pedras,
molhar os pés na água que me aquietava,
brincar de amarelinha na calçada,
enfim, ser criança em seu colo, terra mãe.
Mas o sol não brilhou.
Vi o pedrão sob neblinas como ficou o coração.
Dormi. O sono me levou à tia Elza,
que acalentou a alma ferida.
Não quero mais sonhar com essa terra,
não quero mais me apegar a nada.
"Viver é muito dificultoso".
segunda-feira, 5 de abril de 2010
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Desengno ou Engano?
ResponderExcluirCaminhar, desde que nascemos e, damos os primeiros passos, é sempre uma ádua tarefa.
Tanto para quem experimenta, bem como, para quem aprecia, no caso os pais.
Mas trombadas, tombos sempre vão acontecer, mas o que importa é a persistência do ser em querer ir em frente.
A vida muda a cada dia, a cada hora, a cada segundo, e temos que aprender a convver com ela, mesmo nas horas mais difíceis.
Abraços
MARCIO RJ
Márcio, sou "goiaba" na vida e na net. Hoje escrevendo um poema vi seu comentário. Escrevo mais no blog: www.almacigana19.blogspot.com
ResponderExcluirGostaria de acompanhar e ser acompanhada por você. Abraços!