Fui insana.
Brinquei com os sentimentos de quem amo,
em nome do medo, da fragilidade que corrói a alma de uma mulher.
A cumplicidade veio de forma errada e fiz chorar sangue do meu sangue,
faísca do meu coração.
Não me culpe, não me odeie.
Cobrirei o chão de pétalas de ipê para sua passagem.
As jarras estarão floridas para esperar pelo seu perdão.
Palavras sanguinárias serão trocadas pelo carinho de quem te ama...
Manhã iluminada,incenso do meu amor.
Não me odeie.
Considere a fraqueza espiritual de quem teve medo, muito medo.
Perdão!
Para Luciana Silveira
segunda-feira, 14 de março de 2011
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